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Edição de sexta-feira
23 de Outubro de 1998

Breves

Astronomia em Lisboa

O terraço do pavilhão de pós-graduação do Instituto Superior Técnico (IST), em Lisboa, recebeu na noite de quarta-feira cerca de uma centena de interessados em astronomia, movidos pela curiosidade de observar as estrelas. A sessão, conduzida pelo astrónomo Máximo Ferreira, fazia parte da III Semana da Física do IST e serviu para muitos aprenderem que as estrelas mais brilhantes que vemos no céu não são estrelas mas sim planetas, como foi o caso de Júpiter e Saturno que, à hora da observação, se podiam admirar com nitidez no céu de Lisboa através de telescópios potentes. Apesar do local não proporcionar as melhores condições, devido à poluição luminosa, que funciona para este tipo de prática como uma neblina indesejável, os curiosos não desistiram e, de nariz no ar e dedo apontado ao céu, aprenderam a localizar a Estrela Polar, importante ponto de orientação, e identificar algumas das mais conhecidas constelações, como Andrómeda, Cassiopeia ou a Ursa Maior.